O relato do ex-futebolista Miguel Queirós sobre intimidação escolar convida escolas e famílias a repensarem a prevenção e o acolhimento.
A repercussão das declarações do ex-atleta Miguel Queirós sobre ter sido vítima de intimidação na infância traz à tona uma discussão urgente para a comunidade escolar e para os núcleos familiares. Ser percebido como um 'alvo fácil' revela fragilidades nos ambientes de convivência que exigem atenção redobrada de educadores, gestores e responsáveis.
O desenvolvimento socioemocional de crianças e jovens é profundamente afetado quando o ambiente de ensino deixa de ser um espaço seguro. Episódios repetidos de agressão verbal ou física geram traumas que muitas vezes acompanham o indivíduo até a vida adulta, prejudicando a autoestima e o desempenho acadêmico.
Transformar a cultura escolar e acolher quem sofre em silêncio é o primeiro passo para erradicar práticas nocivas e promover um clima de respeito mútuo nas salas de aula.
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